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  • Carol Cruz

Para cada “sim”, deve existir um “não”.

As escolhas são caras porque exigem renúncia, sendo assim uma experiência-limite nos confronta e nos movimenta. Escolher “x” é deixar de escolher “y” e abrir mão das possibilidades que “y” pode nos promover. Aquele que é capaz de decidir, sair de cima do muro, escolhe se movimentar, opta pela estrada real, onde há um rico domínio existencial, sendo nesta que é encontrada a liberdade, a resposta, a escolha, o pesar, o desejo e as vontades. “Os dilemas que nos abalam durante o processo de tomada de decisão inflamam a angustia da liberdade e muitos realizam manobras para que outros executem está escolha por si” (Yalom/2007). Não vendo que já escolheram, apenas aguardando o tempo do outro e não o seu tempo, porque não foi capaz de assumir o caminho escolhido e enfrentar as experiências que este lhe proporcionará.

Então vem mais uma pergunta “Você está satisfeito com isso? Está satisfeito com a decisão e o modo que tomou está? Você se controla ou é controlado pelo outro? A sua vida está nas mãos de quem?”. Enquanto negar ser aquele que age que toma as decisões, será incerto que que alguma mudança aconteça, porque o seu foco está voltado para a mudança e ações do outro e do ambiente e não pra si mesmo. Tome a decisão e alegre-se pelo modo que chegou até tal e a executou, afinal o que o impede de agir em relação a uma decisão que já tomou? (Carol Cruz)


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